| Forças
Especiais - Coréia do Sul |
Os Batalhões dessas Brigadas são empregados com frequência na função de "Ranger" para a destruição de alvos táticos. As unidades estão habilitadas a desenvolver operações contínuas de guerrilha, a partir de bases em território inimigo, ou incumbir-se de missões simples no interior de nações aliadas. Seus membros são selecionados entre voluntários, que após os costumeiros testes físicos e psicológicos, passam por um curso de treinamento árduo, que inclui habilidades de manejo de armas num padrão altíssimo e saltos de paraquedas e todos os soldados das forças especiais devem também atingir o grau de faixa preta em tae-kwon-do ou arte marcial similar. Os exercícios são realistas e penosos, para que possam executar missões de alto risco ao longo da zona desmilitarizada, área de 35 km que separa as duas nações e onde a probabilidade de ocorrerem incidentes é maior, como a destruição de túneis clandestinos ou perseguição a grupos infiltrados em incursões aéreas ou terrestres. Além dos equipamentos normais de uma tropa de elite, seus homens utilizam como arma padrão o fuzil M16A1, de fabricação local, a submetralhadora H&K MP-5, e a metralhadora americana M60 de 7.62 mm. O uniforme utilizado pelas Forças Especiais é o camuflado de combate. A marca distintiva consiste de uma boina preta com emblema prateado "SF" (Special Forces). As diversas brigadas usam, às vezes, distintivos de bolso: um leão para a de operações especiais; uma águia para a 3ª Brigada; um dragão para a 5ª; um pégaso para a 7ª; um gato alado sobre um paraquedas para a 9ª; um morcego acima de um relâmpago para a 11ª e uma pantera para a 13ª Brigada. As tropas de Forças Especiais, devido à constante ameaça de uma guerra com os vizinhos do norte, devem manter-se em estado de prontidão de combate, aptas a lutar nos mais hostis ambientes e climas, deslocando-se com rapidez. Seus membros são intrépidos, dedicados e bem disciplinados, recebendo elogios por seus talento e tenacidade. |