Forças Especiais - Coréia do Sul

Treinamento de incursão noturna Com o término da Guerra da Coréia, em julho de 1953, após a assinatura de um armistício, a região tem vivido um período de paz instável. Os norte-coreanos, com um dos maiores exércitos do mundo, concentram na parte central de seu território forças suficientes para lançar um ataque surpresa e em profundidade, que poderia ameaçar a capital sul-coreana Seul, a cerca de 45 km da zona desmilitarizada. Os Estados Unidos, em apoio a seu aliado, mantém o 8° Exército e uma ala da Força Aérea estacionados na Coréia do Sul, que por sua vez possui um Exército com duas Divisões Mecanizadas e dezenove de Infantaria, duas Brigadas Blindadas e sete Brigadas de Operações Especiais. Estas estão organizadas nas mesmas linhas dos grupos americanos do gênero, com os quais existe um estreito relacionamento de trabalho.

Os Batalhões dessas Brigadas são empregados com frequência na função de "Ranger" para a destruição de alvos táticos. As unidades estão habilitadas a desenvolver operações contínuas de guerrilha, a partir de bases em território inimigo, ou incumbir-se de missões simples no interior de nações aliadas. Seus membros são selecionados entre voluntários, que após os costumeiros testes físicos e psicológicos, passam por um curso de treinamento árduo, que inclui habilidades de manejo de armas num padrão altíssimo e saltos de paraquedas e todos os soldados das forças especiais devem também atingir o grau de faixa preta em tae-kwon-do ou arte marcial similar.

Os exercícios são realistas e penosos, para que possam executar missões de alto risco ao longo da zona desmilitarizada, área de 35 km que separa as duas nações e onde a probabilidade de ocorrerem incidentes é maior, como a destruição de túneis clandestinos ou perseguição a grupos infiltrados em incursões aéreas ou terrestres. Além dos equipamentos normais de uma tropa de elite, seus homens utilizam como arma padrão o fuzil M16A1, de fabricação local, a submetralhadora H&K MP-5, e a metralhadora americana M60 de 7.62 mm. O uniforme utilizado pelas Forças Especiais é o camuflado de combate.

A marca distintiva consiste de uma boina preta com emblema prateado "SF" (Special Forces). As diversas brigadas usam, às vezes, distintivos de bolso: um leão para a de operações especiais; uma águia para a 3ª Brigada; um dragão para a 5ª; um pégaso para a 7ª; um gato alado sobre um paraquedas para a 9ª; um morcego acima de um relâmpago para a 11ª e uma pantera para a 13ª Brigada. As tropas de Forças Especiais, devido à constante ameaça de uma guerra com os vizinhos do norte, devem manter-se em estado de prontidão de combate, aptas a lutar nos mais hostis ambientes e climas, deslocando-se com rapidez. Seus membros são intrépidos, dedicados e bem disciplinados, recebendo elogios por seus talento e tenacidade.





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