O
SAS está diretamente ligado à Força Aérea
britânica sendo rigorasas as exigências para o alistamento:
o volantário deve ter no mínimo 1,80 m de altura, pesar
entre 75 e 80 quilos, ter grande preparo físico e estar qualificado
no manejo de diversos tipos de armas e equipamentos. Sobretudo precisa
demonstrar disposição para operações de alto
risco.
Foram comandos desta unidade que iniciaram a retomada das Malvinas.
Nas águas geladas do Atlântico Sul, os SAS enfrentaram temperaturas
de até 15 graus negativos, fortes correntes marítimas e
rochedos íngremes que dificultavam sobremaneira as ações.
Graças às informações obtidas por estes comandos,
fornecidas à força naval inglesa por meio de minúsculos
transmissores do tamanho de uma caixa de fósforos e alcance de
300 km, as Ilhas Geórgia do Sul foram facilmente reconquistadas,
abrindo caminho para a posterior retomada das Ilhas Malvinas.
Comando de elite inglês, o SAS
(Special Air Service) sempre usou uma grande variedade de equipamentos
e uniformes. O uniforme básico consiste em um colete especial e
calças com camuflagem DPM (disruptive pattern material), modelo
da Marinha Real. Além do cinto personalizado, outra característica
singular é o capuz de lã preta, usado em operações
"atrás das linhas inimigas".
O soldado do SAS está armado com fuzil
Colt Commando XM 177, calibre 5,56 mm, versão compacta do M-16
americano, pintado em cores que permitem sua camuflagem; um pente extra
está preso no carregador de 20 cartuchos.
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